segunda-feira, 29 de julho de 2013
Congresso reunirá engenheiros de pesca em Paulo Afonso
"Engenharia de Pesca: Responsabilidade sócio-econômica e ambiental para o desenvolvimento da pesca e aquicultura". Esse é o tema do XVIII Congresso Brasileiro de Engenharia de Pesca que será realizado de 20 a 24 de outubro de 2013, em Paulo Afonso, BA.
O evento é uma parceria da Associação dos Engenheiros de Pesca do Estado da Bahia, AEP/BA, da Federação das Associações dos Engenheiros de Pesca do Brasil, FAEP/BR e da Federação das Associação Brasileira de Engenharia de Pesca, ABEP.
De acordo com informações no site do XVIII CONBEP, o congresso é um espaço técnico-científico para discussão de como gerar alimento e renda sem esgotar e/ou alterar de forma significativa os recursos naturais existentes.
Os organizadores ressaltam também que o Congresso Brasileiro de Engenharia de Pesca para Paulo Afonso irá fortalecer a Universidade do Estado da Bahia, a Associação de Engenheiros de Pesca da Bahia, os empresários, as associações e as cooperativas que atuam no cultivo intensivo de tilápia em tanques-rede.
O município de Paulo Afonso é o maior produtor de tilápia em tanques-rede da Bahia. A tilápia produzida na região é classificada pelos compradores como um produto de excelente qualidade, sendo procurado por grandes indústrias exportadoras de pescado do país.
O XVIIV CONBEP acontecerá no Parque de Exposição Djalma Wanderley e as inscrições podem ser feitas no site do Congresso até 15 de agosto.
Fonte: CONBEP
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Empresário investe em ovas de tainha para produzir o "caviar brasileiro"
Fonte: Portal Uol Economia (André Cabette Fabio)
Há três anos, o empresário Cassiano Ricardo Fuck tenta tornar as ovas secas de tainha um produto conhecido no mercado. Mesmo lidando com público restrito, diz que aos poucos tem conseguido colocar seu plano em prática.
Ele informa que vendeu 2 toneladas no ano passado (volume 66% maior em relação a 2011) para seis capitais do país. Daqui a três anos, o empresário quer chegar a 12 toneladas do produto, batizado por ele de "caviar brasileiro".
Segundo Cassiano Ricardo, essa comparação já é feita pelos italianos mesmo que a palavra caviar remeta às ovas do peixe esturjão (100g do caviar verdadeiro custam R$ 1.200).
Das tainhas pescadas em alto-mar do Sul ao Sudeste, o empresário tem interesse apenas por uma parte do pescado: uma bolsa que fica na barriga do peixe e que comporta em torno de 80 mil ovas.
Depois de cuidadosamente retirada, a bolsa com as ovas passa por um processo de desidratação para ser consumida em lascas, em pó ou ralada. O produto, que lembra o sabor da anchova, chega ao mercado com o nome de bottarga, assim como na Itália. Cem gramas dele custam em torno R$ 56.
Para o produtor, a tainha pescada no Brasil entre maio e julho (época permitida por lei como forma de restringir sua retirada em demasia) é mais saborosa, pois o peixe tem uma alimentação variada por viver em alto-mar. "O mesmo não acontece em Taiwan, onde o peixe é criado em cativeiro (em tanques) e à base de ração", diz.
A ligação de Cassiano Ricardo Fuck com o setor de pescados teve início em 2008. Na época, ele foi proprietário de uma empresa exportadora de ovas frescas de tainha e viu a comercialização despencar com a crise financeira internacional.
Diante de 50 toneladas encalhadas, o empresário decidiu se inspirar em países asiáticos e mediterrâneos. Desidratou o produto e o colocou no mercado. Com um investimento de R$ 300 mil, ele criou a Bottarga Gold que adquire a matéria-prima de outra empresa de pescado da qual é gerente.
Brasil pode dobrar a produção de peixes em uma década
Apesar do reconhecido potencial, o Brasil ocupa o 14º lugar na produção de pescados de água doce do mundo, segundo as Organizações das Nações Unidas (ONU). Mas essa posição pode mudar conforme um estudo do Rabobank, banco de origem holandesa e considerado o principal financiador mundial da área agrícola.
O levantamento aponta que o país pode alcançar a produção de 960 mil toneladas de pescados provenientes de criações em água doce nos próximos nove anos. O volume representa o dobro das 480 mil toneladas produzidas em 2010, conforme os dados mais recentes do Ministério da Pesca.
Na avaliação do Rabobank, o Brasil terá condições de competir no futuro com Tailândia, Noruega e China, consideradas as superpotências em pescados.
Para Roberto Valladão, economista e pesquisador da Embrapa Pesca e Aquicultura, o país chegará a essa posição se investir em tecnologia voltada para a criação. "Hoje, o Brasil não produz em condições ideais. Por isso perdeu espaço para a China, que coloca pescados no mercado a preços mais competitivos", diz.
O consumo de peixes no Brasil sempre foi considerado baixo. Segundo Valladão, cada brasileiro come menos de dez quilos de peixe por ano, abaixo dos 12 kg recomendados pela ONU. Na Noruega e no Japão, o consumo alcança os 20 kg por ano.
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Tocantins assegura oito parques aquícolas em Lajeado
O Estado de Tocantins deu mais um passo importante para se transformar
em um grande produtor de pescado. No início deste mês de julho o Ministério da
Pesca e Aquicultura (MPA) recebeu formalmente os termos de entrega relativos a
oito parques aquícolas no reservatório de Lajeado. O reservatório, no curso do
rio Tocantins, é um dos maiores do Brasil e abrange uma área de 63 mil
hectares.
A assinatura dos termos de entrega foi realizada em solenidade no dia 8 em Palmas, a capital do estado, na sede da Superintendência do Patrimônio da União em Tocantins (SPU/TO), órgão da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), vinculada ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP).
Desenvolvimento regional
O superintendente do MPA no estado, Guilherme Vaz Burns, disse que a entrega dos parques aquícolas faz parte de um momento histórico para o Tocantins. A iniciativa consolidará a piscicultura regional, irá gerar renda para mais de 1.400 famílias de baixa renda e melhorar a saúde alimentar da população. Outro aspecto positivo, salientou, será a atração de empresas privadas para a cadeia produtiva da piscicultura.
A superintendente do Patrimônio da União em Tocantins, Lucilene de Lira Alves, ressaltou a importância dos parques aquícolas para o desenvolvimento socioeconômico do Tocantins e do Brasil. Segundo ela, mais do que gerar benefícios econômico-financeiros, o projeto de piscicultura gera dignidade, autossustentabilidade e autossuficiência às famílias tocantinenses, contribuindo para desenvolvimento nacional. "Mais do que dar o peixe é, literalmente, ensinar a pescar", afirmou.
A solenidade contou ainda com a presença, entre outros, do coordenador de gestão do patrimônio André Guimarães e da bióloga Ellen Amaral Figueiredo, da SFMPA-TO.
Fonte: MPA
A assinatura dos termos de entrega foi realizada em solenidade no dia 8 em Palmas, a capital do estado, na sede da Superintendência do Patrimônio da União em Tocantins (SPU/TO), órgão da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), vinculada ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP).
Desenvolvimento regional
O superintendente do MPA no estado, Guilherme Vaz Burns, disse que a entrega dos parques aquícolas faz parte de um momento histórico para o Tocantins. A iniciativa consolidará a piscicultura regional, irá gerar renda para mais de 1.400 famílias de baixa renda e melhorar a saúde alimentar da população. Outro aspecto positivo, salientou, será a atração de empresas privadas para a cadeia produtiva da piscicultura.
A superintendente do Patrimônio da União em Tocantins, Lucilene de Lira Alves, ressaltou a importância dos parques aquícolas para o desenvolvimento socioeconômico do Tocantins e do Brasil. Segundo ela, mais do que gerar benefícios econômico-financeiros, o projeto de piscicultura gera dignidade, autossustentabilidade e autossuficiência às famílias tocantinenses, contribuindo para desenvolvimento nacional. "Mais do que dar o peixe é, literalmente, ensinar a pescar", afirmou.
A solenidade contou ainda com a presença, entre outros, do coordenador de gestão do patrimônio André Guimarães e da bióloga Ellen Amaral Figueiredo, da SFMPA-TO.
Fonte: MPA
terça-feira, 9 de julho de 2013
Agrohidronegócio e gestão das águas no SINGA 2013
A I Jornada de Geografia das Águas será
realizada durante o VI Simpósio Internacional de Geografia Agrária (SINGA
2013). O evento acontece de 22 a 26 de setembro de 2013, no Campus I da
Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em João Pessoa.
De acordo com informações no site do SINGA 2013, o objetivo da jornada é organizar um grupo de trabalho que reúna pesquisadores que estão desenvolvendo investigações sobre o tema gestão e conflitos pela água no mundo. A ideia é montar um Grupo de Trabalho, em um dos dias do evento, para troca de experiências e montagem de uma agenda de debates sobre o assunto. Além disso, a intenção é que a jornada das águas se torne, no futuro, um evento autônomo e específico para o tema.
Alguns dos temas em destaque na jornada serão: o Agrohidronegócio; e Conflitos e Alternativas de Gestão da Água. Haverá também uma mesa redonda com a participação de importantes pesquisadores brasileiros e internacionais que discutirão sobre o assunto “Estado, grandes obras e tecnologias sociais hídricas: as diferentes lógicas em confronto no espaço mundial.
Fonte: Universidade Federal da Paraíba SINGA 2013
De acordo com informações no site do SINGA 2013, o objetivo da jornada é organizar um grupo de trabalho que reúna pesquisadores que estão desenvolvendo investigações sobre o tema gestão e conflitos pela água no mundo. A ideia é montar um Grupo de Trabalho, em um dos dias do evento, para troca de experiências e montagem de uma agenda de debates sobre o assunto. Além disso, a intenção é que a jornada das águas se torne, no futuro, um evento autônomo e específico para o tema.
Alguns dos temas em destaque na jornada serão: o Agrohidronegócio; e Conflitos e Alternativas de Gestão da Água. Haverá também uma mesa redonda com a participação de importantes pesquisadores brasileiros e internacionais que discutirão sobre o assunto “Estado, grandes obras e tecnologias sociais hídricas: as diferentes lógicas em confronto no espaço mundial.
Fonte: Universidade Federal da Paraíba SINGA 2013
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