Na quarta-feira, 27 de junho, foi aberto o primeiro Seminário Nacional de
Prospecção de Demandas da Cadeia Produtiva da Pesca (Prospesque), evento promovido
na cidade de Palmas (TO) pela Embrapa em parceria com o Ministério da Pesca e
Aquicultura (MPA).
O seminário,
que será realizado até o dia 29 na Escola de Governo do Estado do Tocantins, objetiva
levantar e priorizar demandas de pesquisa e desenvolvimento para o setor
pesqueiro, em âmbito nacional, e contempla as particularidades das cinco
regiões político-administrativas brasileiras.
Considerado
de extrema relevância, por ser o maior seminário específico para o setor
pesqueiro no Brasil, o evento promoverá um debate participativo, o que possibilitará
a geração de ações estratégicas e a formulação de tecnologias para atender aos
diversos setores envolvidos como o produtivo, a academia e governos.
“Este é um
momento privilegiado para o setor pesqueiro nacional. Temos em mãos a
oportunidade de contribuir de maneira substancial para o desenvolvimento da
pesca no Brasil”, colocou o chefe geral da Embrapa Pesca e Aquicultura, Carlos
Magno Campos da Rocha, em seu discurso de abertura.
Rocha
enfatizou o apoio técnico e financeiro do MPA no evento e nas atividades da Embrapa
Pesca e Aquicultura. “O Ministério da Pesca e da Aquicultura tem sido um
parceiro fundamental para este centro de pesquisa”, declarou.
O
pesquisador da Embrapa Instrumentação Agropecuária, Paulo Estevão Cruvinel,
explicou que serão estudados o mapeamento e o zoneamento territorial para a
pesca e as políticas públicas para capacitação e ordenamento das ações. Também serão
considerados o uso sustentável dos recursos pesqueiros e a infraestrutura e
logística das cadeias produtivas.
“A
metodologia participativa foi desenvolvida com base nos modelos estabelecidos
no âmbito da rede de inovação e prospecção tecnológica para o agronegócio. Essa
rede é apoiada pelo Fundo Setorial do Agronegócio (CT- AGRO), pela Financiadora
de Estudos e Projetos (Finep) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento
Científico e Tecnológico (CNPq)”, apresentou Cruvinel.
As
palestras do primeiro dia do seminário abordaram os quatro eixos
temáticos tratados no evento: pesca artesanal marinha, pesca esportiva, pesca industrial
e pesca artesanal continental.
Essas
colocações foram ministradas pelos especialistas Sérgio Macedo Gomes de Mattos
e Michel Lopes Macedo, do MPA, e pelos professores Fábio Hazin, da Universidade
Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e Carlos Edwar de Carvalho Freitas, da Universidade
Federal do Amazonas (UFAM).
Mais informações: Embrapa Pesca e Aquicultura
quinta-feira, 28 de junho de 2012
terça-feira, 26 de junho de 2012
Superintendência de Minas Gerais realiza 1º Fórum Estadual sobre legislação para aquicultura em tanque rede
No dia 14 de junho, a Superintendência Federal do Ministério da Pesca e Aquicultura em Minas Gerais (SFPA/MG), em parceria com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente, realizou o 1º Fórum Estadual sobre legislação para aquicultura em tanque rede, no auditório da Superintendência Federal da Agricultura em Minas Gerais.
Foram discutidos no Fórum a legislação estadual e federal para aquicultura em tanque rede, a busca de subsídios para a elaboração da proposta da “Lei Mineira de Aquicultura” e os aspectos técnicos que envolvem a atividade.
A Secretária de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e a Comissão de Política Agropecuária e Agroindustrial da Assembleia Legislativa de Minas Gerais também apoiaram o evento.
O superintendente Wagner Alves Benevides, o Assessor para Aquicultura, Lucas Rocha Carneiro e a Secretária de Ordenamento e Planejamento da Aquicultura do Ministério da Pesca e Aquicultura, Maria Fernanda Nince Ferreira, participaram do evento. Maria Fernanda destacou a importância da aquicultura para o País e a magnitude do evento.
Lucas Carneiro abriu o fórum, falando sobre “O potencial Mineiro para a Aquicultura”, onde destacou a importância geográfica, o mercado consumidor, a infraestrutura e o potencial hídrico do estado mineiro, principalmente os de Furnas e Três Marias.
Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Seminário aponta para uma estatística pesqueira no Tocantins
Palmas sediará no dia 26 de junho o seminário “Subsídios
para uma Estatística Pesqueira Consolidada no Estado do Tocantins”. O evento
vai procurar sensibilizar as instituições que atuam na pesca dentro do estado
sobre a importância de manter uma base de dados pesqueiros. Atualmente esse
banco não existe.
“Infelizmente, a estatística pesqueira nacional retrocedeu e não responde às demandas de pescadores e empresas do setor”, coloca o pesquisador Adriano Prysthon, da Embrapa Pesca e Aquicultura, instituição que, ao lado da Superintendência da Pesca e Aquicultura do Tocantins e do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), promovem o seminário.
Entre as aplicações possíveis desses dados, de acordo com Prysthon, é saber quanto a atividade pesqueira deixa de produzir no caso de interdição da atividade. Tal fato ocorreu no início de junho no lago do Lajeado que banha a cidade de Palmas, interditado por causa da presença de algas tóxicas.
O evento terá palestras sobre fundamentos para a gestão pesqueira, pesca indígena no Parque Nacional do Araguaia, monitoramento pesqueiro no Pantanal e importância de uma estatística pesqueira consolidada e contínua. Ao fim, serão formados grupos de trabalho e deliberados encaminhamentos voltados às demandas do estado.
“É muito importante a participação de todos que trabalham com pesca no Tocantins e a participação é franca”, convida Prysthon ressaltando que as inscrições serão feitas no local.
O seminário será realizado no auditório do Serviço Nacional de Aprendizado Rural (Senar), quadra 402 Norte, Av. Teotônio Segurado, cj. 1 lotes 1 e 2, terá início às 8h30 e terminará às 17h30.
Fonte: Embrapa Pesca e Aquicultura
“Infelizmente, a estatística pesqueira nacional retrocedeu e não responde às demandas de pescadores e empresas do setor”, coloca o pesquisador Adriano Prysthon, da Embrapa Pesca e Aquicultura, instituição que, ao lado da Superintendência da Pesca e Aquicultura do Tocantins e do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), promovem o seminário.
Entre as aplicações possíveis desses dados, de acordo com Prysthon, é saber quanto a atividade pesqueira deixa de produzir no caso de interdição da atividade. Tal fato ocorreu no início de junho no lago do Lajeado que banha a cidade de Palmas, interditado por causa da presença de algas tóxicas.
O evento terá palestras sobre fundamentos para a gestão pesqueira, pesca indígena no Parque Nacional do Araguaia, monitoramento pesqueiro no Pantanal e importância de uma estatística pesqueira consolidada e contínua. Ao fim, serão formados grupos de trabalho e deliberados encaminhamentos voltados às demandas do estado.
“É muito importante a participação de todos que trabalham com pesca no Tocantins e a participação é franca”, convida Prysthon ressaltando que as inscrições serão feitas no local.
O seminário será realizado no auditório do Serviço Nacional de Aprendizado Rural (Senar), quadra 402 Norte, Av. Teotônio Segurado, cj. 1 lotes 1 e 2, terá início às 8h30 e terminará às 17h30.
Fonte: Embrapa Pesca e Aquicultura
Programa Peixe vivo reúne pescadores da região de Três Marias (MG)
Dois mil pescadores profissionais participam do programa
Peixe Vivo, liderado pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), na
região de Três Marias (MG). As primeiras ações do programa foram iniciadas em
2007, nos municípios de Abaeté, Biquinhas, Morada Nova de Minas, Paineiras e
Pompéu, e, posteriormente, foram estendidas a outras regiões do estado. O
projeto tem como objetivos promover a conservação das bacias hidrográficas e da
ictiofauna (conjunto das espécies de peixes de uma determinada região), além de
produzir conhecimento científico e envolver a comunidade.
A Cemig iniciou estas atividades para evitar os acidentes provocados pelas partidas de unidades geradoras e drenagem de máquinas na usina hidrelétrica. Em 2002 e 2004 a mortandade de peixes chegou a mais de 11 toneladas. Consequentemente, os valores de multas recebidas, em decorrência dos acidentes, aumentaram ao longo dos anos, saindo de R$ 100 mil em 2002 para cerda de R$ 10 milhões em 2007.
A solução implantada pela Cemig foi oficializar uma instrução de serviço específica para os funcionários das usinas. Essa instrução inclui os aspectos ambientais no planejamento das manobras, além da obrigatoriedade de comunicação prévia à Polícia Florestal e ao Ministério Público. A metodologia de avaliação prévia de riscos à ictiofauna foi desenvolvida em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O trabalho foi estendido para outras comunidades no entorno das 59 usinas hidrelétricas da Cemig em Minas Gerais, Espírito Santo e Santa Catarina. Um dos dispositivos utilizados foi orientar o pescador para entrar em contato com um funcionário, quando avistar um cardume em direção à usina.
O resultado da implantação do programa peixe vivo foi a redução em 87% na mortandade de peixes/mês. Não houve registro de nenhum grande acidente, sendo que, em 2011 ainda foi registrada 1,5 tonelada de peixes mortos, sendo a maioria de peixes que conseguiram acessar o tubo de sucção, mesmo com a turbina ligada.
A Cemig está estudando uma solução para este problema. Uma das opções foi desenvolvida em parceria com a Universidade Federal de Lavras (UFLA): o uso da telemetria acústica. Este método utiliza uma marcação do peixe com um pequeno aparelho sonoro, o qual emite sons e cria uma imagem tridimensional do animal na água. Esses sinais permitem o acompanhamento do caminho percorrido pelo peixe até a usina.
Escola de Barco à Vela e Pescadores do Saber
O Peixe Vivo inclui ainda dois projetos para crianças, jovens e adolescentes. A Escola Barco à Vela, que promove Iniciação esportiva, educação complementar e capacitação profissional, foi desenvolvida a pedido das comunidades e segue os moldes do Projeto Grael , criado pelos irmãos Lars e Torben Grael e o velejador Marcelo Ferreira, em Niterói (RJ).
A escola atende, por semestre, 150 crianças e jovens, com idades entre nove e 24 anos. São oferecidas aulas de natação, vela, remo, educação ambiental, turismo e manutenção de motores de popa.
O segundo projeto, Pescadores do Saber, é realizado em parceria com a Universidade Federal de Lavras (UFla). Durante as aulas, os alunos tem acesso aos estudos desenvolvidos no Laboratório de Ecologia de Peixes da Universidade. As aulas tem duração de 50 minutos e o curso atende 300 crianças entre seis e 11 anos, matriculadas do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental. Além disso, o projeto investe na produção científica de alunos da graduação, mestrado e doutorado.
Fonte: Estado de Minas
A Cemig iniciou estas atividades para evitar os acidentes provocados pelas partidas de unidades geradoras e drenagem de máquinas na usina hidrelétrica. Em 2002 e 2004 a mortandade de peixes chegou a mais de 11 toneladas. Consequentemente, os valores de multas recebidas, em decorrência dos acidentes, aumentaram ao longo dos anos, saindo de R$ 100 mil em 2002 para cerda de R$ 10 milhões em 2007.
A solução implantada pela Cemig foi oficializar uma instrução de serviço específica para os funcionários das usinas. Essa instrução inclui os aspectos ambientais no planejamento das manobras, além da obrigatoriedade de comunicação prévia à Polícia Florestal e ao Ministério Público. A metodologia de avaliação prévia de riscos à ictiofauna foi desenvolvida em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O trabalho foi estendido para outras comunidades no entorno das 59 usinas hidrelétricas da Cemig em Minas Gerais, Espírito Santo e Santa Catarina. Um dos dispositivos utilizados foi orientar o pescador para entrar em contato com um funcionário, quando avistar um cardume em direção à usina.
O resultado da implantação do programa peixe vivo foi a redução em 87% na mortandade de peixes/mês. Não houve registro de nenhum grande acidente, sendo que, em 2011 ainda foi registrada 1,5 tonelada de peixes mortos, sendo a maioria de peixes que conseguiram acessar o tubo de sucção, mesmo com a turbina ligada.
A Cemig está estudando uma solução para este problema. Uma das opções foi desenvolvida em parceria com a Universidade Federal de Lavras (UFLA): o uso da telemetria acústica. Este método utiliza uma marcação do peixe com um pequeno aparelho sonoro, o qual emite sons e cria uma imagem tridimensional do animal na água. Esses sinais permitem o acompanhamento do caminho percorrido pelo peixe até a usina.
Escola de Barco à Vela e Pescadores do Saber
O Peixe Vivo inclui ainda dois projetos para crianças, jovens e adolescentes. A Escola Barco à Vela, que promove Iniciação esportiva, educação complementar e capacitação profissional, foi desenvolvida a pedido das comunidades e segue os moldes do Projeto Grael , criado pelos irmãos Lars e Torben Grael e o velejador Marcelo Ferreira, em Niterói (RJ).
A escola atende, por semestre, 150 crianças e jovens, com idades entre nove e 24 anos. São oferecidas aulas de natação, vela, remo, educação ambiental, turismo e manutenção de motores de popa.
O segundo projeto, Pescadores do Saber, é realizado em parceria com a Universidade Federal de Lavras (UFla). Durante as aulas, os alunos tem acesso aos estudos desenvolvidos no Laboratório de Ecologia de Peixes da Universidade. As aulas tem duração de 50 minutos e o curso atende 300 crianças entre seis e 11 anos, matriculadas do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental. Além disso, o projeto investe na produção científica de alunos da graduação, mestrado e doutorado.
Fonte: Estado de Minas
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Peixe-serra em extinção é reproduzido nas Bahamas
O Resort Atlantis, localizado em Paradise Island, nas Bahamas, realizou a primeira reprodução contralada do Peixe-serra-de-dentes-pequenos (Pristis pectinata). O resultado da experiência foi concluído em 12 de abril de 2012 e foi muito comemorado, por ser a primeira experiência do mundo a conseguir reproduzir a espécie, criticamente ameaçada de extinção.
Reconhedido pela Association of Zoos & Aquariums, o Atlantis iniciou o programa de reprodução em 2003, após manter os peixes expostos em observação por nove anos. A rotina de pesquisa consistiu em monitorar a atividade reprodutora, fazendo exames rotineiros com ultrassons e análise de sangue para estudo hormonal.
Os filhotes, com comprimento de 76 centímetros, em média, foram separados dos adultos e transferidos para o hospital de peixes do Atlantis, onde recebem tratamento de uma equipe de veterinários e funcionários do resort. Os peixes adultos são exibidos em uma lagoa a céu aberto, de mais de 5,6 milhões de litros de água, e convivem com mais de 10 mil animais marinhos.
Atualmente, há oito peixes-serra-de-dentes-pequenos no Atlantis, metade da população mundial na natureza. A espécie está na lista vermelha das ameaçadas de extinção, elaborada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) e no primeiro apêndice da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (Cites).
No Brasil, a espécie consta na lista do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), vinculado ao Ministério do Meio Ambiente.
O Pritis pectinata é encontrado em ambientes costeiros e de manguezais, ou em partes mais rasas de recifes, áreas muito visadas para dragagem e aterros. A exploração humana desses locais extermina seu habitat natural.
Fontes: National Geographic Brasil Online e ICMBio.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Embrapa participa 10ª Feira Agropecuária de Balsas (MA)
Com o objetivo de apoiar o projeto de desenvolvimento da piscicultura na região de Balsas (MA), a Embrapa Pesca e Aquicultura participou da 10ª edição da Agrobalsas, realizada entre os dias 22 e 26 de maio, em Balsas, no Maranhão. A participação partiu de um convite da Embrapa Cocais, sediada em São Luís (MA).
A Embrapa Pesca e Aquicultura foi representada pelo chefe adjunto de transferência de tecnologia, Alexandre Aires de Freitas e pela pesquisadora Patrícia Costa Mochiaro Chicrala, que apresentou tecnologias para processamento de pescados.
Durante a feira, Freitas participou de uma reunião com os produtores da região para tratar do projeto de desenvolvimento da piscicultura. Foram definidas ações para a elaboração do projeto de um entreposto de pescado, a ser instalado no distrito industrial de Balsas, e de uma estação de alevinagem. Para isso, os técnicos e produtores terão apoio na realização de capacitação técnica.
No pavilhão da Embrapa, os visitantes puderam conhecer os produtos e serviços das Unidades da Empresa: Cocais, Meio-Norte, Milho e Sorgo, Soja, Algodão, Caprinos, Cerrados e Produtos e Mercado. A governadora do Estado do Maranhão, Rosiana Sarney, visitou o estande e participou de um momento de degustação de pratos preparados com peixes cultivados na região.
O evento aconteceu na Fazenda Sol Nascente e foi promovido pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Corredor de Exportação Norte “Irineu Alcides Bays” (FAPCEN). A feira é realizada a cada dois anos para promover tecnologias e interligar as cadeias agrícolas, pecuária, indústria e comércio.
Em sua 10ª Edição, a AgroBalsas apresentou o Tema "Agricultura Inteligente, gerando incentivos e não penalidades”. O evento faz parte do projeto da FAPCEN, a qual representa institucionalmente produtores rurais e empresários nas pesquisas de extensão privada, provenientes dos Estados pertencentes ao Corredor de Exportação Norte, Maranhão, Piauí e Tocantins. Um dos objetivos da Fundação é promover o crescimento da região e suas abrangências pela transferência e adaptação de tecnologias para torná-la um grande polo produtor do Cerrado brasileiro.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Embrapa fará um levantamento nacional da aquicultura e da pesca
Começará nos próximos dias o trabalho de levantamento de dados do projeto Diagnóstico Estratégico do Setor de Pesca e Aquicultura no Brasil, Aquapesquisa, cujo principal produto será um extenso banco de dados sobre a pesquisa científica e a atuação do Brasil nessas duas áreas.
Coordenado pelo economista Roberto Valladão Flores, pesquisador da Embrapa Pesca e Aquicultura, o Aquapesquisa levantará dados a respeito de instituições de ensino, pesquisa científica, extensão rural e assistência técnica ligadas às áreas, além de cooperativas, associações e sindicatos de produtores.
O questionário abordará o alcance geográfico dos trabalhos dessas instituições, sua infraestrutura, as espécies aquáticas com as quais trabalha e, no caso de instituições de pesquisa, as principais linhas de atuação, os agentes financiadores e se há algum trabalho de transferência dos conhecimentos gerados.
As respostas formarão um banco de dados em formato digital ao qual as entidades que participarem do questionário terão livre acesso. “O objetivo é ter um panorama desses setores e utilizar essas informações para embasar projetos e políticas de atuação na pesca e na aquicultura”, colocou Valladão que atua na área de Transferência de Tecnologia do centro de pesquisa.
Questionário on line
As instituições de ensino serão convidadas a listar seus cursos e trabalhos de extensão ligados à pesca e à aquicultura. O questionário pedirá também informações sobre o nível de ensino oferecido - médio, graduação ou pós-graduação - e se a instituição trabalha com educação à distância.
O perfil dos profissionais empregados será levantado nos questionários destinados às empresas de extensão rural. “Queremos saber como é a atuação dessas instituições na pesca e na aquicultura. Se elas mantêm especialistas na área ou se promove capacitações específicas”, disse o pesquisador.
O questionário on line será enviado nas próximas semanas e as instituições levantadas serão convidadas a respondê-lo e a colaborar com o trabalho.
O Aquapesquisa é coordenado pela Embrapa Pesca e Aquicultura e será aplicado pela empresa CP2 Pesquisas. O projeto é realizado com recursos do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA).
Fonte: Embrapa Pesca e Aquicultura.
Coordenado pelo economista Roberto Valladão Flores, pesquisador da Embrapa Pesca e Aquicultura, o Aquapesquisa levantará dados a respeito de instituições de ensino, pesquisa científica, extensão rural e assistência técnica ligadas às áreas, além de cooperativas, associações e sindicatos de produtores.
O questionário abordará o alcance geográfico dos trabalhos dessas instituições, sua infraestrutura, as espécies aquáticas com as quais trabalha e, no caso de instituições de pesquisa, as principais linhas de atuação, os agentes financiadores e se há algum trabalho de transferência dos conhecimentos gerados.
As respostas formarão um banco de dados em formato digital ao qual as entidades que participarem do questionário terão livre acesso. “O objetivo é ter um panorama desses setores e utilizar essas informações para embasar projetos e políticas de atuação na pesca e na aquicultura”, colocou Valladão que atua na área de Transferência de Tecnologia do centro de pesquisa.
Questionário on line
As instituições de ensino serão convidadas a listar seus cursos e trabalhos de extensão ligados à pesca e à aquicultura. O questionário pedirá também informações sobre o nível de ensino oferecido - médio, graduação ou pós-graduação - e se a instituição trabalha com educação à distância.
O perfil dos profissionais empregados será levantado nos questionários destinados às empresas de extensão rural. “Queremos saber como é a atuação dessas instituições na pesca e na aquicultura. Se elas mantêm especialistas na área ou se promove capacitações específicas”, disse o pesquisador.
O questionário on line será enviado nas próximas semanas e as instituições levantadas serão convidadas a respondê-lo e a colaborar com o trabalho.
O Aquapesquisa é coordenado pela Embrapa Pesca e Aquicultura e será aplicado pela empresa CP2 Pesquisas. O projeto é realizado com recursos do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA).
Fonte: Embrapa Pesca e Aquicultura.
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