O estande da
Embrapa no Amazontech 2012 mostrará os procedimentos para a identificação
eletrônica de peixes. A tecnologia será apresentada por profissionais da
Embrapa Pesca e Aquicultura, sediada em Palmas (TO), e consiste na inserção de
um dispositivo eletrônico sob a pele do peixe.
Chamado tag, esse dispositivo contém um número registrado eletronicamente que é lido quando um escâner é passado sobre o animal. Cada peixe recebe um número único de modo a ser identificado no meio do plantel.
Esse é o primeiro passo para o manejo da criação baseado no perfil genético dos animais. Depois de identificado com o tag, o peixe tem uma amostra de tecido, geralmente a nadadeira da cauda, retirada para análise de DNA.
Com essa análise, é possível traçar o grau de parentesco entre os peixes do plantel e assim evitar cruzamentos consanguíneos. Também será possível selecionar os melhores perfis genéticos das matrizes escolhidas para cruzamentos.
A Embrapa Pesca e Aquicultura está formando um banco de DNA de peixes que conterá amostras de animais de diferentes bacias e pisciculturas brasileiras. A ideia é organizar a produção aquícola aos moldes do manejo genético bovino que é realizado hoje.
“Ao comprar um boi reprodutor, o pecuarista tem acesso ao pedigree e ao perfil genético dos pais e avós daquele animal”, compara o geneticista Anderson Alves, pesquisador da Embrapa Pesca e Aquicultura.
Alves conta que será possível com o tempo fazer uma seleção genética baseada nas características desejadas pelo produtor, como boa taxa de conversão de alimentação em peso, resistência a doenças, rendimento de carcaça, entre outras.
A apresentação no estande também contará com os procedimentos de sanidade necessários para a inserção do tag e da retirada da cauda. A Embrapa distribuirá uma cartilha explicativa e um folder com essas informações que também está disponível na página da Embrapa Pesca e Aquicultura.
Chamado tag, esse dispositivo contém um número registrado eletronicamente que é lido quando um escâner é passado sobre o animal. Cada peixe recebe um número único de modo a ser identificado no meio do plantel.
Esse é o primeiro passo para o manejo da criação baseado no perfil genético dos animais. Depois de identificado com o tag, o peixe tem uma amostra de tecido, geralmente a nadadeira da cauda, retirada para análise de DNA.
Com essa análise, é possível traçar o grau de parentesco entre os peixes do plantel e assim evitar cruzamentos consanguíneos. Também será possível selecionar os melhores perfis genéticos das matrizes escolhidas para cruzamentos.
A Embrapa Pesca e Aquicultura está formando um banco de DNA de peixes que conterá amostras de animais de diferentes bacias e pisciculturas brasileiras. A ideia é organizar a produção aquícola aos moldes do manejo genético bovino que é realizado hoje.
“Ao comprar um boi reprodutor, o pecuarista tem acesso ao pedigree e ao perfil genético dos pais e avós daquele animal”, compara o geneticista Anderson Alves, pesquisador da Embrapa Pesca e Aquicultura.
Alves conta que será possível com o tempo fazer uma seleção genética baseada nas características desejadas pelo produtor, como boa taxa de conversão de alimentação em peso, resistência a doenças, rendimento de carcaça, entre outras.
A apresentação no estande também contará com os procedimentos de sanidade necessários para a inserção do tag e da retirada da cauda. A Embrapa distribuirá uma cartilha explicativa e um folder com essas informações que também está disponível na página da Embrapa Pesca e Aquicultura.
Mais informações: Amazontech 2012
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