segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Projeto Pirarucu da Amazônia visita propriedades em Rondônia e no Acre



Pesquisa da Embrapa realiza prospecção para identificar formas de manejo na criação do peixe pirarucu realizadas pelos piscicultores da região da norte do Brasil.

Na semana de 15 a 20 de julho de 2013 a Embrapa iniciou o acompanhamento das unidades de observação e engorda do peixe Pirarucu (Arapaima gigas) na Rondônia e no Acre. As atividades fazem parte do Projeto Pirarucu da Amazônia, realizado em conjunto pelos pesquisadores da Embrapa que atuam nos sete Estados da região Norte do país.

Os principais pólos produtores estão sendo visitados pelos participantes do projeto. O pesquisador Fabrício Pereira Rezende, da Embrapa Pesca e Aquicultura, acompanha os trabalhos de reprodução e engorda nos pólos de produção da espécie localizados nas cidades acreanas, Rio Branco e Bujari, e Ariquemes, Theobroma e Cacaulância, em Rondônia.

Rezende conta que durante as visitas conseguiu identificar diferentes formas de manejo. “Foram observados pontos muitos positivos em algumas pisciculturas que, se replicados com o mesmo sucesso nas demais propriedades, poderão proporcionar avanços significativos na produção do Pirarucu”.

“Além dessas atividades de acompanhamento das unidades de observação, o projeto contempla ações de pesquisa nas áreas de reprodução, manejo da produção, genética, nutrição e sanidade do pirarucu”, ressaltou a pesquisadora da Embrapa, Adriana Ferreira Lima. Além disso, serão realizadas ações de prospecção tecnológica da cadeia produtiva atual e ações de capacitação. “O setor de transferência de tecnologia da Embrapa ministrará os treinamentos em meados de 2014 até 2015, para técnicos extensionistas multiplicadores. Serão realizados também Workshops para discussão com os produtores”.

O Projeto Pirarucu da Amazônia é uma realização das Unidades da Embrapa da Região Norte do Brasil - Acre, Amapá, Amazônia Ocidental (AM), Amazônia Oriental (PA), Pesca e Aquicultura (TO), Rondônia e Roraima - em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), Universidades e piscicultores.

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