(Fonte: Agência FAPESP - Elton Alisson - 29/05/2013)
As cores quentes e vibrantes, como o vermelho, o laranja e o amarelo,
costumam ser utilizadas estrategicamente nos restaurantes e na comunicação
visual das cadeias de fast food para atrair consumidores. Isso porque,
apesar de não ter sido comprovado cientificamente, muitos consideram que elas
podem estimular o metabolismo e aumentar o apetite das pessoas.
Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Botucatu, e publicado na revista PLoS One, demonstrou que algumas dessas tonalidades de cores podem exercer o mesmo efeito sobre espécies de peixes.
Os pesquisadores constataram que a cor vermelha aumenta o apetite e a ingestão de ração pela tilápia nilótica (Oreochromis niloticus) – uma espécie de peixe cultivada em vários países, além do Brasil, e muito sensível a diferentes comprimentos de ondas de luz. O aumento do apetite e da ingestão de ração por essa espécie de peixe, no entanto, não levou ao aumento do peso do animal.
“Observamos que a cor vermelha estimula a alimentação de peixes. O aumento da ingestão de ração, contudo, não foi convertido em maior crescimento do animal”, disse Gilson Luiz Volpato, professor do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências da Unesp de Botucatu e um dos autores da pesquisa à Agência FAPESP.
Os pesquisadores mantiveram durante quatro semanas diferentes grupos de tilápias nilóticas em aquários de vidro, cobertos com papel celofane nas cores branca, azul, verde, amarela e vermelha e sob níveis de luz semelhantes – uma vez que a intensidade da luz pode influenciar no crescimento dos peixes. Os animais foram alimentados uma vez por dia.
Após o período de aclimatação, foram avaliados e medidos durante mais quatro semanas os efeitos crônicos das cores sobre a adaptação dos peixes ao novo ambiente com luzes coloridas, além do tempo que demoravam para iniciar a alimentação, a quantidade de ração que ingeriam e a conversão do que consumiam em crescimento.
O experimento revelou que os peixes mantidos no aquário com luz vermelha iniciavam a alimentação mais rapidamente e consumiam maiores quantidades de ração do que os peixes criados nos aquários com outras cores. O peso de todos eles, no entanto, foi semelhante.
Mais informações: Agência FAPESP
Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Botucatu, e publicado na revista PLoS One, demonstrou que algumas dessas tonalidades de cores podem exercer o mesmo efeito sobre espécies de peixes.
Os pesquisadores constataram que a cor vermelha aumenta o apetite e a ingestão de ração pela tilápia nilótica (Oreochromis niloticus) – uma espécie de peixe cultivada em vários países, além do Brasil, e muito sensível a diferentes comprimentos de ondas de luz. O aumento do apetite e da ingestão de ração por essa espécie de peixe, no entanto, não levou ao aumento do peso do animal.
“Observamos que a cor vermelha estimula a alimentação de peixes. O aumento da ingestão de ração, contudo, não foi convertido em maior crescimento do animal”, disse Gilson Luiz Volpato, professor do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências da Unesp de Botucatu e um dos autores da pesquisa à Agência FAPESP.
Os pesquisadores mantiveram durante quatro semanas diferentes grupos de tilápias nilóticas em aquários de vidro, cobertos com papel celofane nas cores branca, azul, verde, amarela e vermelha e sob níveis de luz semelhantes – uma vez que a intensidade da luz pode influenciar no crescimento dos peixes. Os animais foram alimentados uma vez por dia.
Após o período de aclimatação, foram avaliados e medidos durante mais quatro semanas os efeitos crônicos das cores sobre a adaptação dos peixes ao novo ambiente com luzes coloridas, além do tempo que demoravam para iniciar a alimentação, a quantidade de ração que ingeriam e a conversão do que consumiam em crescimento.
O experimento revelou que os peixes mantidos no aquário com luz vermelha iniciavam a alimentação mais rapidamente e consumiam maiores quantidades de ração do que os peixes criados nos aquários com outras cores. O peso de todos eles, no entanto, foi semelhante.
Mais informações: Agência FAPESP
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