A Embrapa
Pesca e Aquicultura promoveu mais um Dia de Campo em Divinópolis (TO), na manhã
do dia 20 de junho de 2013. A ação faz parte do “Projeto Divinópolis - InovaçãoTecnológica na Piscicultura Familiar” ,
que compõe a carteira temática do Macroprograma 6 da Embrapa. O projeto visa o
desenvolvimento tecnológico da piscicultura familiar na região de Divinópolis e
Abreulândia do Tocantins.
As atividades foram realizadas na propriedade do Sr. José Filho, com apoio do Instituto de Desenvolvimento Rural do Estado do Tocantins (Ruraltins) e da Planter Serviços de Assistência Técnica e Desenvolvimento Rural do Tocantins.
Na abertura do evento, o pesquisador Adriano Prysthon destacou as palestras do dia: “Vamos falar de três temas importantíssimos para a piscicultura. Já aprendemos a construir, preparar e povoar viveiros. Hoje trataremos da qualidade da água, fator determinante para a saúde e crescimento dos peixes; biometria, técnica de coleta do peixe do tanque para acompanhar seu crescimento, estado de saúde e peso durante o cultivo; e manejo alimentar, para salientar a importância de oferecer uma ração de boa qualidade, e a quantidade ideal de alimento para cada fase da criação, de acordo com o tamanho do peixe no tanque”.
As atividades foram realizadas na propriedade do Sr. José Filho, com apoio do Instituto de Desenvolvimento Rural do Estado do Tocantins (Ruraltins) e da Planter Serviços de Assistência Técnica e Desenvolvimento Rural do Tocantins.
Na abertura do evento, o pesquisador Adriano Prysthon destacou as palestras do dia: “Vamos falar de três temas importantíssimos para a piscicultura. Já aprendemos a construir, preparar e povoar viveiros. Hoje trataremos da qualidade da água, fator determinante para a saúde e crescimento dos peixes; biometria, técnica de coleta do peixe do tanque para acompanhar seu crescimento, estado de saúde e peso durante o cultivo; e manejo alimentar, para salientar a importância de oferecer uma ração de boa qualidade, e a quantidade ideal de alimento para cada fase da criação, de acordo com o tamanho do peixe no tanque”.
As palestras foram proferidas pelos pesquisadores da Embrapa, Patrícia Oliveira Maciel, Adriana Ferreira Lima, Lucas Simon Torati, Ana Paula Oeda Rodrigues, Giovani Taffarel Bergamin e pela agricultora familiar, Marinete Correia dos Santos Rodrigues. Também participaram do evento o técnico da Transferência de Tecnologia da Embrapa, Diego Neves de Sousa e a estagiária, Jocely Oliveira Santos.
Prática dos agricultores
João Barros de Souza possui uma propriedade familiar em Divinópolis e está preparando dois hectares de lâmina d’água para produzir dois mil peixes por ano. “Ainda não iniciei a criação de peixes, mas acompanho as palestras desde o início do projeto. Estou aprendendo as técnicas e, principalmente, a calcular a quantidade ideal de alevinos e de ração para colocar no tanque”, comentou.
Na propriedade de Marinete Rodrigues, o cultivo de peixes é para consumo familiar. A produção foi iniciada após acompanhar o primeiro encontro de piscicultores do Projeto Divinópolis, realizado em fevereiro de 2012. ”Para mim o que de melhor aprendi é que o sistema de produção de peixes não ocupa todo o meu dia de trabalho e o resultado é muito bom: a despesa com o manejo é pequena e a qualidade do peixe é melhor. O único contratempo que tive foi a falta de água, pois ainda não tenho uma estrutura de água permanente no local”.
Após a palestra, o grupo assistiu uma aula prática em frente aos tanques escavados da propriedade, onde são cultivados os peixes Pacu-caranha (Piaractus mesopotamicus) e Tambaqui (Colossoma macropomum). Com o auxílio do técnico do Ruraltins, Tácito Araújo Bezerra, foi realizada a demonstração de captura dos peixes com a utilização das redes de arrasto, para realizar a biometria. “É mais indicado utilizar as redes com fios trançados, do que usar as de fios de nylon, para evitar machucar os animais”, explicou. Bezerra ressaltou, também, que é importante deixar todos os materiais preparados em uma mesa na beira do tanque, para que o procedimento seja efetuado em tempo adequado, de modo que os animais não fiquem presos na rede, ou no balde, por um longo tempo durante o manejo, para evitar estresse.
Para saber mais informações sobre o Manejo Alimentar, Qualidade da Água e Biometria de Peixes , acesse os fôlderes disponibilizados na página da Embrapa Pesca e Aquicultura.
Fonte: Embrapa Pesca e Aquicultura
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